terça-feira, 24 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Entrevista Paulo Mattos - Parte 1
No mundo, mais de 330 milhões de pessoas são portadoras do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Quase 5% da população mundial sofre com a dificuldade de se concentrar e se organizar.
(Entrevista com o Prof. Paulo Mattos ao Programa Espaço Aberto - Globo News)
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Marcadores: TDAH ou DDA
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Doentes Mentais na Cadeia
Para onde devem ser encaminhadas pessoas com distúrbios mentais que cometem crime? Hoje a maioria está nas cadeias comuns: o governo estima que no Brasil existam cerca de 3 mil e 500 presos com algum tipo de doença mental, mas é apenas uma estimativa. Os números reais nunca foram levantados. A situação é caótica: presos e doentes mentais juntos nas superlotações das cadeias. O Repórter Brasil inicia hoje uma série especial sobre presos com doenças psiquiátricas no Brasil. Amanhã, na segunda reportagem da série, você vai conhecer um hospital judiciário considerado referência. E vai ver também que os hospitais de custódia, ou hospitais judiciários, deveriam ser o destino das pessoas com problemas psiquiátricos que cometeram crimes.
Veja mais:
http://tvbrasil.ebc.com.br/reporterbrasil/video/8436/
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Marcadores: Congresso Curso Palestras, Dúvidas em saúde mental, Politicas Públicas
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Remédios com Anfetamina
Da Redação, Do Jornal da Band
http://www.band.com.br/jornaldaband/conteudo.asp?ID=100000330898
pauta@band.com.br
Está sendo votado no Senado um projeto de lei que prevê a regulamentação da venda de remédios que contêm anfetamina. Caso seja aprovado, os médicos não poderão incluir a anfetamina nos coquetéis de emagrecimento. Além disso, a substância só poderá ser vendida com a apresentação da receita médica, que ficará retida na farmácia. Para ser importada ou exportada, será necessária uma autorização da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Portarias e resoluções do governo já controlam a distribuição deste componente, mas não há uma lei específica que proíba a venda. Especialistas acreditam que a nova lei pode garantir a punição dos envolvidos neste mercado.
Campeão
O Brasil é o campeão mundial do uso de anfetaminas. São 30 toneladas por ano. Cerca de 90% das compras são feitas por mulheres, que em 2/3 dos casos usam o medicamento sem acompanhamento médico e por mais de 6 meses.
O projeto original da lei, elaborada pelo senador Marcelo Crivella, tinha como intuito banir a anfetamina do país. Entretanto, como alegou a senadora Rosalba Ciarlini, a substância pode ser usada para tratar outras doenças, como o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, da obesidade (com restrições) e da narcolepsia. A senadora é responsável pelo novo formato de lei que está em votação.
Redatora: Tainah Medeiros
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Marcadores: Congresso Curso Palestras, Dúvidas em saúde mental
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Megan Fox confessa sofrer de TOC
Megan Fox confessa sofrer de TOC
A atriz contou sobre a doença para a revista Allure
Do R7
A linda atriz de Transformers falou dezenas de palavrões durante a entrevista
Megan Fox contou à revista norte-americana Allure que pode ser boca-suja, mas esta é a única parte de seu corpo em que tolera alguma sujeira.
Na verdade, a atriz, de 24 anos, sofre de TOC, transtorno obsessivo-compulsivo, e passa por apuros em banheiros e restaurantes.
- É uma doença, eu sou doente. Cada vez que alguém usa o banheiro e puxa a descarga, aquelas bactérias todas são jogadas no ar.
Em restaurantes, é a mesma coisa. Ela explicou para a revista o porquê.
- Colocar minha boca onde um milhão de outras bocas já estiveram, sabendo que vou levar aquele monte de bactéria pra dentro? Eca!
Segundo os repórteres da publicação, Megan falou palavrões dezenas de vezes durante sua entrevista, em que conversou também sobre seus dons culinários - ou melhor, da falta deles.
- Eu morro se tiver que cozinhar pra mim mesma. Acho que poderia viver uma semana sem comer.
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Marcadores: TOC
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Depressão - Risco para as empresas
Risco para as empresas
Segundo previsão da OMS, até 2020 a depressão será a segunda maior causa de incapacitação no trabalho Veículo: Jornal de Brasília
Seção: Cidades
Estado: DF
Não é exagero referir-se à depressão como "o mal do século 21". A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que, até 2020, a depressão será a segunda maior causa de incapacitação no trabalho, perdendo apenas para doenças cardíacas. Segundo o presidente da Associação Psiquiátrica de Brasília, Antônio Geraldo da Silva, de cada dez pessoas que precisam se afastar do trabalho, cinco sofrem de transtornos psiquiátricos, principalmente de depressão.
O Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) confirma que a depressão tem afastado muitos brasileiros das atividades profissionais. "Há um número grande de pessoas longe do trabalho por esse motivo", afirma Maria Lúcia Tavares, médica-perita do INSS.
Ela esclarece, ainda, que a depressão vem prejudicando trabalhadores cada vez mais jovens. "A faixa de comprometimento está se alargando. O número de pessoas com depressão na faixa produtiva – dos 20 aos 50 anos – é alto", diz a médica. Há, inclusive, casos de incapacidade permanente em conseqüência causados pela depressão, levando à aposentadoria. "São pessoas que não respondem aos tratamentos, casos crônicos", diz.
Identificação
Cabe aos peritos do INSS identificar quando a depressão impede o paciente de trabalhar. "A perícia médica avalia as conseqüências que o transtorno traz para a vida das pessoas", explica Maria Lúcia. "O segurado vem ao INSS com um relatório ou atestado de seu psiquiatra e é questionado sobre o que restringe suas atividades", esclarece. Quando há dúvidas, o perito pode solicitar o parecer de um especialista ou a presença de um parente.
O INSS leva em consideração, também, o acesso do segurado ao tratamento. "A avaliação é feita com base em um conjunto de fatores, até mesmo sociais", diz a médica. A profissão da pessoa também influi no resultado da avaliação. "Motoristas e profissionais de saúde, por exemplo, têm de estar sempre alertas. Dependendo do grau da depressão, ela compromete o raciocínio e a capacidade de concentração", explica a médica.
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