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terça-feira, 30 de maio de 2017

Livros

Antônio Geraldo da Silva

Psiquiatra. Especialista em Psiquiatria e em Psiquiatria Forense pela Associação
 Brasileira de Psiquiatria (ABP-AMB-CFM). 
Doutoramento em Bioética pela Universidade do Porto – CFM.
 Presidente da ABP. Professor de Psiquiatria do HUCF – Unimontes. Médico 
Psiquiatra da Secretaria de Saúde do Distrito Federal.
 Diretor Acadêmico do PROPSIQ.

Livros Publicados por Antônio Geraldo da Silva

Esquizofrenia

Esquizofrenia

Antonio Egidio Nardi; Antônio Geraldo da Silva; Colaboradores; João Quevedo;


Depressão

Depressão

Antônio Geraldo da Silva; João Quevedo;
Transtorno de Pânico

Transtorno de Pânico

Antonio Egidio Nardi; Antônio Geraldo da Silva; João Quevedo;

Transtorno de Ansiedade Social

Transtorno de Ansiedade Social

Antonio Egidio Nardi; Antônio Geraldo da Silva; João Quevedo



quarta-feira, 22 de março de 2017

Estresse


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Transtornos Mentais por uso de Drogas - ECSTASY


segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Transtornos Mentais por uso de Drogas


quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Transtorno de Humor Bipolar


segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Transtorno de Ansiedade Social


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Transtorno de Ansiedade


terça-feira, 16 de agosto de 2016

Quando o expediente compromete a saúde.

Quando o expediente compromete a saúde.


A busca incessante por resultados, a inquietação para o cumprimento de prazos e o estresse causado pelas horas gastas no trânsito na ida e na volta ao trabalho fazem parte da rotina da maioria dos profissionais. O que poucos sabem – ou fingem não saber – é que tais fatores podem desencadear ou agravar um transtorno mental, como a depressão. Nas estatísticas globais, a doença aparece entre as três maiores causas de afastamento do trabalho.
Essa triste realidade chamou a atenção do Ministério da Saúde, que, pela primeira vez, recorreu ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística para investigar a ocorrência da depressão no meio da população ocupada. O levantamento, realizado entre pessoas com 18 anos ou mais de idade, mostra que 6,2% dos indivíduos empregados sofrem com a doença depressiva.
A constatação só reforça a nossa preocupação com a saúde mental do trabalhador. * Na maioria das vezes, esses profissionais, cada vez mais cobrados em suas funções, acabam não enxergando o que uma rotina estressante pode causar à sua saúde a médio e longo prazos. Mais comuns do que se imagina no ambiente profissional, os transtornos mentais despontam como a terceira causa de afastamento do trabalho, atrás apenas das lesões traumáticas e dos distúrbios osteomusculares.
Para se ter ideia, em 2015, o Instituto Nacional Social (INSS) concedeu mais de 63 mil * benefícios para profissionais diagnosticados com algum tipo de transtorno mental. Na Classificação Internacional de Doenças, em que o INSS se baseia, a depressão encabeça a lista de doenças mentais que mais afastam os funcionários de seus empregos. Foram cerca de 27 mil casos computados. Em segundo, com mais de 16 mil ocorrências, estão os transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de múltiplas drogas. Na sequência, vêm os afastamentos por transtornos mentais decorrentes do uso de álcool, com mais de 5 mil casos, e aqueles causados pelo uso da cocaína, que ultrapassam 2 mil.
O que percebemos com esse cenário é que muitas pessoas sofrem em silêncio. Escondem fobias, depressão, transtornos de ansiedade e, pior, não procuram ajuda. Por negligência ou até mesmo por medo de serem julgadas. Tudo isso, é claro, prejudica o desempenho profissional e, consequentemente, piora ainda mais a situação. Vale ressaltar que mesmo os indivíduos que quebram a barreira do preconceito e buscam ajuda especializada envergonham-se do seu diagnóstico por temer estigmas descabidos, como de louco, acomodado, mentiroso. Precisamos mudar essa realidade.
O agravamento dos transtornos mentais em decorrência de pressões no trabalho, do temor do desemprego e da crise financeira podem levar o trabalhador a situações críticas, como o suicídio. Nesse sentido, o Estado precisa investir em políticas de saúde mental fundamentada em diretrizes científicas e não, em bases ideológicas vazias.
A ausência de prevenção adequada tem consequência não somente nos trabalhadores e em suas famílias, mas também na sociedade devido ao enorme custo gerado, particularmente, no que diz respeito à perda de produtividade e à sobrecarga dos sistemas de seguridade social. A Organização Internacional do Trabalho estima que os acidentes de trabalho e as doenças profissionais resultam numa perda anual de 4% do PIB mundial – cerca de R$ 2,8 bilhões de dólares.
As empresas, por meio de gestores de pessoas treinadas, devem atentar para o comportamento dos seus funcionários. É importante saber distinguir, por exemplo, se uma pessoa está desmotivada por algum problema pontual que ocorreu no trabalho ou se é uma característica constante dela. O saber enxergar o outro precisa ser praticado. O médico do trabalho da empresa tem papel fundamental na saúde do empregado, pois é capaz de identificar precocemente sinais e sintomas de doença mental e encaminhar o trabalhador à avaliação especializada de um psiquiatra. Da mesma forma, programas de prevenção à violência no trabalho e à dependência química precisam fazer parte da rotina da saúde do quadro funcional de uma empresa.
É fundamental que toda pessoa diagnosticada com algum tipo de transtorno mental siga o tratamento corretamente e que o empregador acompanhe esse processo. Cuidar da saúde mental do trabalhador representa em todos os aspectos ganhos para o próprio colaborador, para quem o contrata e para a sociedade.
(*) Antônio Geraldo da Silva é Psiquiatra e presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Rosylane Mercês Rocha é Diretora de Legislação da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT).
Fonte: Correio Braziliense, por Antônio Geraldo da Silva e Rosylane Mercês Rocha (*), 10.08.2016



quarta-feira, 12 de agosto de 2015

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terça-feira, 30 de junho de 2015

Juventude é o melhor momento para tratar transtorno mental

Juventude é o melhor momento para tratar transtorno mental

No mundo inteiro, mais de 700 milhões de pessoas sofrem com algum tipo desse mal. Já no Brasil, são 23 milhões.
Por Leopoldo Rosa
Depressão, transtorno obsessivo compulsivo, borderline, bulimia e síndrome do pânico. Muitas pessoas têm transtornos diferentes e histórias diferentes. Mas um ponto em comum: todas têm menos de 30 anos e já passaram algum tempo no consultório de um psiquiatra. Mas existem outros tantos que sofrem com transtornos da mente e ainda têm vergonha de procurar ajuda. Na saída da adolescência e início da vida adulta, são muitos os motivos que afastam as pessoas do tratamento. No entanto, o psiquiatra Luis Cuschnir diz que essa é a fase mais importante para começar a cuidar de problemas desse tipo. 'Jovens marcados com insucesso têm uma tendência a desenvolver no futuro erros de escolha.'
A brasiliense Aline Mariano tem síndrome do pânico e está em tratamento. Mas conviveu três anos com o transtorno sem contar para ninguém. Ela sentiu os primeiros sinais da doença aos 15 anos. Mas teve vergonha de pedir ajuda. 'Eu ia para o canto e não falava para ninguém.'
O presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Antônio Geraldo da Silva, diz que a expansão do acesso à informação sobre doenças mentais ajuda os jovens a procurarem os médicos. Mas no sistema público, por exemplo, ainda faltam iniciativas simples, como psicoterapia em consultórios, o que ajudaria a difundir o tratamento e a prevenção.
As causas de transtornos mentais são variadas, mas pesquisas já mostram que o meio em que a gente vive influencia muito nesse cenário. É atrás da tela do computador é que muitos desses jovens buscam ajuda. Protegidos pelo anonimato ou pela certeza de estarem conversando com gente que passa pela mesma coisa, eles procuram grupos em redes sociais para falar o que sentem. Nessas redes, há espaço para tudo: deprimidos em busca de quem ouça um desabafo e pessoas em pânico procurando a ajuda de quem já superou o mal. Camila Souza administra um grupo virtual para pessoas que tem bipolaridade e depressão. Depois de ser muito beneficiada pelas pessoas da rede, ela diz que agora consegue também dar apoio a quem precisa. 'O que mais ajuda é não ter alguém julgando.'



Juventude é o melhor momento para tratar um transtorno mental (Crédito: CBN)Juventude é o melhor momento para tratar um transtorno mental
(Crédito: CBN)

Para ouvir: 






Leia mais: http://cbn.globoradio.globo.com/series/juventude-no-diva/2015/06/08/JUVENTUDE-E-O-MELHOR-MOMENTO-PARA-TRATAR-TRANSTORNO-MENTAL.htm#ixzz3eUPdMUPR

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Doenças mentais são as que mais afetam a qualidade de vida

SAÚDE

Doenças mentais são as que mais afetam a qualidade de vida

Estudo mundial conclui que pacientes com males psiquiátricos convivem com mais restrições nas atividades diárias

  • 15/09/2013, 00:04
  • DIEGO ANTONELLI
A qualidade de vida da população mundial é profundamente prejudicada pelas doenças mentais. Estudo publicado no final de agosto pela revista científica The Lancet revela que quase 23% dos anos vividos com algum tipo de incapacidade se devem a transtornos como ansiedade e depressão, e ao uso de drogas. Esses distúrbios superam doenças como aids, tuberculose, diabetes ou lesões provocados por acidentes.
Baseado em estatísticas de 187 países levantadas pelo relatório “Carga Global de Doenças”, divulgado em janeiro deste ano, o estudo chama a atenção para a necessidade de políticas públicas para se lidar com os problemas que atingem a mente – o mais comum deles é a depressão (veja infográfico ao lado).
Os autores apontam que há uma lacuna entre o número de pessoas que sofrem com esses transtornos e a reduzida oferta de serviços de saúde. A pesquisa ainda relata que historicamente os transtornos psiquiátricos não têm sido uma prioridade de saúde global.
No Brasil, a situação não é diferente. Segundo o Mi­­nistério da Saúde, a estrutura atual tem capacidade de realizar 40 milhões de procedimentos por ano. Porém, a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) estima que 46 milhões de pessoas sofram de algum distúrbio mental no país. Como o tratamento exige mais de uma consulta por ano, é possível afirmar que existem milhões de pessoas que não conseguem atendimento na rede pública de saúde.
O presidente da ABP, An­­tônio Geraldo da Silva, diz que o país convive com a ausência de um tratamento adequado aos portadores de transtornos mentais. “Faltam políticas públicas corretas. Onde eu levo uma pessoa que tentou suicídio? Não sei, pois não temos estrutura”, ressalta. Segundo ele, os Centros de Atenção Psicossociais (Caps) não são suficientes para tratar os pacientes. “Neles, os pacientes nem sempre têm condições de dar continuidade ao tratamento. As unidades básicas também não dão conta disso, já que não têm psiquiatras. Precisamos de ambulatórios específicos para atender pacientes com distúrbio mental. Não temos estrutura para internamento”, afirma Silva.
Rede de apoio
Hoje, o Brasil possui 33.454 leitos de internação psiquiátrica via SUS. Em 2005, segundo o banco de dados do Ministério da Saúde (Datasus), eram 46,5 mil. Foi naquele momento que teve início a política de evitar internações.
O presidente da Sociedade Paranaense de Psiquiatria (SPP), André Rotta, acredita que a melhor forma de organizar o atendimento em saúde mental é formar uma rede de apoio sem que uma estrutura, como hoje é o Caps, se sobressaia. “Faltam trabalhos bem estruturados que possam determinar a incidência das doenças psiquiátricas na população. Sem estes dados fica muito difícil organizar uma política de atendimento adequada para esses pacientes”, revela.
Terapia no Caps é contraponto às internações
Os Centros de Atenção Psicossocial (Caps) são considerados pelo poder público como a melhor alternativa para atender pessoas com transtornos mentais. Ao lado das unidades básicas de saúde, os Caps deveriam funcionar como centros de acompanhamento para as pessoas que sofrem de doenças, como depressão e distimia, e transtornos provocados por uso de drogas e álcool.
Esse formato de tratamento foi incorporado no Brasil com a Lei da Reforma Psiquiátrica, sancionada em 2001. Segundo a legislação, a internação deixou de ser a única via de atendimento ao paciente psiquiátrico para ser uma alternativa em casos de surto. “Existem doentes mentais graves que precisam de internação. Por isso não poderiam fechar leitos psiquiátricos. Será que resolveria o problema da ortopedia se os leitos ortopédicos fossem fechados?”, questiona o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Antônio Geraldo da Silva.
O Ministério da Saúde informa que atualmente o acesso para o tratamento é igual para todos. Basta que o paciente compareça a uma unidade de saúde mais próxima para dar início ao tratamento. Atualmente, o Brasil conta com 2.004 Caps.
“Caso seja necessário, os Caps 24 horas possuem estrutura para curtas internações. Isso porque estudos comprovam que 90% dos pacientes em crise saem desse estado em aproximadamente cinco dias”, informa a assessoria de imprensa do Ministério. O órgão informa que o intervalo das consultas varia de acordo com a resposta ao tratamento de cada paciente.
Apoio
A rede de saúde mental, conforme o Ministério, pode ser constituída por vários dispositivos assistenciais. Essa rede conta com ações de saúde mental na atenção básica, os Caps, serviços residenciais terapêuticos, leitos em hospitais gerais e ambulatórios e deve funcionar de forma articulada.

INVESTIMENTO
Paraná amplia rede para suprir lacuna no atendimento
A psiquiatra Maristela da Costa Sousa, da Divisão de Saúde Mental da Secretaria de Saúde do Paraná, afirma que o estado já reconhece que há uma lacuna no atendimento à saúde mental. “Por isso, há uma ampliação no número de Caps e a capacitação constante dos profissionais que atendem essa área, especialmente nas unidades básicas”, salienta. No primeiro semestre de 2012, o estado possuía 94 Caps e hoje já são 105. “Implantamos uma rede de atendimento na saúde mental, incluindo a atenção básica, que é o local de atendimento mais próximo da comunidade. Nela, as pessoas fazem o acompanhamento da doença”, afirma. Maristela explica que, em caso de um portador de distúrbio ter algum surto psicótico, a recomendação é acionar as unidades de emergência, como o Samu, que, por sua vez, necessita encaminhar o paciente para ser avaliado e, caso seja necessário, internado em hospital apropriado.
2.374 leitos de internação psiquiátrica são disponibilizados hoje pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Paraná. O número, segundo o banco de dados do Ministério da Saúde, é 33% menor que a quantidade existente em 2005. De acordo com a OMS, para uma assistência psiquiátrica adequada é necessário um leito psiquiátrico para cada mil habitantes. No Paraná, o índice é 0,22 leito por mil moradores.
2.004 Centros de Atenção Psicossocial (Caps)estão em funcionamento em todo o país hoje. Esse número vem aumentando gradativamente. No primeiro semestre de 2012, o Paraná possuía 94 Caps. Hoje são 105. Segundo o Ministério da Saúde, os centros são a principal alternativa de tratamento aos doentes de transtornos mentais. A internação é indicada apenas em casos de surto.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Medicamentos para tratar a ansiedade são mais vendidos

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Mal comum entre as mulheres

Mal comum entre mulheres
Viva!
No mundo moderno, com o avanço da medicina e da ciência, algumas doenças e problemas mentais ficam cada vez mais evidenciados. O medo, um dos sintomas apresentados por Adriana Damasceno, é um deles. 'As fobias são os males psiquiátricos mais comuns em mulheres', comenta o psiquiatra Rafael Boechat.
Os medos, segundo ele, pertencem a uma classe de problemas que, não são considerados tão graves, mas que contudo chegam a incapacitar o paciente. De acordo com o psiquiatra, as pessoas têm consciência da irracionalidade do medo, mas simplesmente não conseguem lutar contra ele.
Boechat não sabe precisar quantos medos foram catalogados pela medicina, mas eles sempre existiram: 'O pai da psicanálise, Sigmund Freud, há cem anos, já comentava casos de fobia'.
Segundo Antônio Geraldo, presidente da Associação Psiquiátrica de Brasília, as fobias fazem parte do grupo de doenças mentais conhecidos como transtornos de ansiedade. Dentre elas, existem as fobias simples, como medo de aranha, de avião, de altura e aquelas mais sérias e que, dependendo do grau, podem afetar muito a vida de quem convive com elas.
Dentre os medos que podem incapacitar, a fobia social é o mais comum. 'Este tipo de doença gera o afastamento social. As pessoas com este tipo de mal casam-se menos, suicidam-se mais, têm menores rendimentos financeiros e menor escolaridade', alerta Antônio Geraldo.
focoO psiquiatra explica que a fobia social é 'uma doença que se caracteriza pelo medo excessivo de ser foco de atenção de outras pessoas e, nessa circunstância, fazer algo ridículo ou humilhante'.
Um dos medos mais comuns de quem tem a fobia social é se apresentar em público, mas também é comum este paciente temer falar em público, conversar com autoridades, usar banheiro público, conversar com o sexo oposto e assinar documentos na frente dos outros, como cheque. Estes podem ser sintomas de quem tem a doença.
E este é um problema difícil de diagnosticar, principalmente em função do desconhecimento. Segundo o psiquiatra Antônio Geraldo, a doença chega a ser confundido com timidez: 'Algumas pessoas e familiares acham que o que a pessoa tem é normal, que é timidez e que aquilo vai acabar. Mas, não é bem assim. A fobia social não é um 'piti', é uma doença'.
A fobia social pode ser restrita ou generalizada. A restrita é aquela em que o indivíduo teme apenas uma ou outra situação. E ele acaba se adaptando ao problema e vivendo tranqüilamente. 'A generalizada é a mais grave, porque os pacientes podem apresentar prejuízos bastante significativos para a sua vida.' A medicina ainda não descobriu a origem do problema. A fobia social é causada por vários fatores como ambientais (a vida em família ou na sociedade), psicológicos ou de aprendizado.
De acordo com Antônio Geraldo, o tratamento da fobia social é feito com antidepressivos e psicoterapia-cognitiva. Ele alerta que o tratamento básico desse mal deve ser feito por um psiquiatra. 'Tem que ser psiquiatra para diagnosticar. Não dá para quebrar galho, não pode ser outro', garante.

Fonte: Jornal de Brasília e site da Secretaria de Estado de Saúde

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