quinta-feira, 28 de abril de 2011

Psiquiatra: Campanha pode reduzir estigma contra

Psiquiatra: campanha pode reduzir estigma contra


pessoas com transtorno mental

Extraído de: Câmara dos Deputados

O presidente da Sociedade Brasileira de Psiquiatria, Antônio Geraldo da Silva, propôs uma campanha contra o preconceito e o estigma das pessoas com problemas psiquiátricos. Ele lembrou que 46 milhões de brasileiros sofrem de algum tipo de transtorno mental. Na opinião do psiquiatra, somente com atendimento adequado pelo SUS, com acesso a remédios na quantidade correta, será possível tratar esses pacientes.

Especialista sugere medidas de prevenção ao bullying

Pediatra: 60% das crianças presenciam ações de bull...

Pediatra propõe lista de práticas para combater o bull...

Em relação ao bullying, ele destacou que a depressão na idade adulta é um dos sintomas apresentados pelas vítimas de perseguições na infância.

Antônio Geraldo defendeu ainda a valorização da escola e do professor e campanhas para adultos menos tolerantes com qualquer forma de agravo como forma eficiente de combate ao bullying.

O psiquiatra participa de audiência pública sobre o tema "Como identificar e combater o bullying nas escolas", promovida pela Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente.

A reunião ocorreu no plenário 7.

FONTE: http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2662377/psiquiatra-campanha-pode-reduzir-estigma-contra-pessoas-com-transtorno-mental

terça-feira, 26 de abril de 2011

Numero de hospitais é insuficiente para demanda

Número de leitos hospitalares psiquiátricos é insuficiente para a demanda
FONTE: http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf

Fabiana Mascarenhas
A Tarde

Hospital Psiquiátrico Juliano Moreira possui 140 dos 400 leitos para internação em SalvadorAs dificuldades do processo de internação de pacientes com transtorno mental por conta do número de leitos insuficientes é um dos entraves enfrentados por quem precisa do atendimento. De acordo com dados da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), atualmente, o Estado conta com um mil leitos, 400 deles em Salvador.

São 32 leitos disponíveis no Hospital Psiquiátrico Mário Leal; 140 leitos no Hospital Psiquiátrico Juliano Moreira; 15 leitos no Hospital Universitário Professor Edgar Santos (Hupes), o Hospital das Clínicas da Universidade Federal da Bahia (Ufba); 37 leitos no Hospital Irmã Dulce e 120 leitos disponíveis no Sanatório São Paulo – hospital privado conveniado ao SUS –, além de algumas clínicas privadas também conveniadas ao serviço público.

A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de um leito psiquiátrico para cada grupo de um mil habitantes, mas a Bahia tem 0,06 leitos por mil habitantes, de acordo com levantamento feito em dezembro de 2010 pelo Ministério da Saúde para o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde.

Redução - O número de leitos para internação psiquiátrica é considerado insuficiente por boa parte dos profissionais. “Dependendo do quadro clínico é indiscutível a necessidade de internação. Como o número de leitos é insuficiente, o internamento – que não acontece nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) – fica comprometido devido à redução da oferta de leitos distribuídos pela rede pública”, pontua a presidente da Associação Psiquiátrica da Bahia, Miriam Gorender.

 Entretanto, o coordenador de saúde mental da Sesab, Iordan Gurgel, afirma que a reforma psiquiátrica determina redução do número de leitos. “As diretrizes e princípios da política de saúde mental realçam a necessidade de reorientação do modelo de assistência centrado no hospital psiquiátrico para o modelo voltado para os centros alternativos. Os Caps fazem parte da rede de serviços criada para atender a egressos de instituições psiquiátricas, extintas pela Lei Federal 10.216”, esclarece Iordan Gurgel.

Desde 2001, quando a lei foi promulgada, ao menos 17 mil leitos psiquiátricos foram extintos em todo o País. Nos últimos oito anos, 54% dos leitos de Salvador foram eliminados. Dentro da proposta da reforma psiquiátrica, o doente mental tem o acompanhamento médico, participa de oficinas terapêuticas e retorna para o convívio familiar e social, sem ficar internado.

“Além dos Caps, as residências terapêuticas (destinadas a quem perdeu o contato com a família) e os centros de convivência são outras opções de assistência”, destaca Gurgel. Mas um levantamento do Ministério da Saúde mostra que apenas 11 estados brasileiros têm Centros de Atendimento Psicossocial 3 (Caps 3), que oferecem atendimento 24 horas para portadores de transtornos psiquiátricos, portanto o mais adequado para os casos de internação. Salvador conta apenas com um Caps tipo 3.

Iordan Gurgel se comprometeu a encaminhar uma lista com o número de Capes tipo 1, 2 e 3 existentes no Estado, assim como os municípios que os possuem, o que não foi feito até o fechamento desta edição.

Discussão - Na opinião da psiquiatra Miriam Gorender, o fechamento de leitos em hospitais psiquiátricos sem a oferta proporcional de tratamento na rede substitutiva (Caps e outros serviços) deixou pacientes de transtornos mentais desamparados. “Muitos deles estão perambulando pelas ruas, basta observar como o número de ‘malucos’ de rua, como a população tende a chamar, aumentou nos últimos anos. Infelizmente o Caps não substitui o leito psiquiátrico, o ambulatório ou o pronto atendimento”, diz.

Para o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Antônio Geraldo da Silva, a internação ainda é necessária porque não há um atendimento de qualidade em rede. “Nós deveríamos ter um sistema de atendimento em rede que primasse pela promoção da saúde. Se houvesse um atendimento primário e secundário adequado você reduziria a possibilidade de internação”, aponta.

A ABP nega defender a manutenção das internações, mas não economiza críticas à implementação da Lei 10.216/01, que regulamenta a reforma psiquiátrica no País. Para o órgão, o fechamento de leitos foi “precipitado”.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Professores devem saber identificar alunos com transtornos mentais


postado por Cinthya Leite

Associação Brasileira de Psiquiatria quer que escolas estejam preparadas para identificar crianças que demonstram qualquer síndrome psiquiátrica
Recentemente, o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Antônio Geraldo da Silva, apresentou uma série de propostas para as escolas ficarem atentas a possíveis transtornos psiquiátricos que crianças e adolescentes possam apresentar.

Entre as sugestões do médico, estão a preparação de professores para identificar os alunos que demonstram transtornos mentais, a criação de comitês antibullying nas escolas, o apoio ao estudante que apresentar mal desempenho e principalmente àquele que demonstrar qualquer síndrome psiquiátrica – condição que requer encaminhamento para diagnóstico e tratamento adequado.

Esse comunicado foi dado no dia 18 de abril, em audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, do Senado, proposta pelo Senador Paim (PT/RS). A atitude de Antônio Geraldo da Silva, diante de condutas oportunas com as crianças que possivelmente sofrem de transtornos mentais, vem em boa hora. Afinal, não faz muito tempo que a própria ABP, em parceria com o Ibope, divulgou os resultados de uma pesquisa que avaliou a saúde mental da garotada brasileira.

Segundo o estudo, 12,6% das mães entrevistadas relataram ter um filho com sintomas de transtorno mental importante, ao ponto de necessitar tratamento ou auxílio especializado. Em números, esse percentual equivale a cerca de 5 milhões de crianças e adolescentes (6 a 17 anos).

Desse número, 28,9% não conseguiram ou não tiveram acesso a atendimento público, enquanto que 46,7% obtiveram tratamento no Serviço Único de Saúde (SUS) e outros 24,2% através de convênio ou profissional particular.

Durante a audiência do dia 18 de abril, Antônio Geraldo também solicitou que todos se unam à ABP para acabar com o estigma que hoje existe em torno da psiquiatria. “É intolerável o preconceito, o estigma a quem padece de doenças mentais. É preciso acabar com toda e qualquer forma de preconceito que, na psiquiatria, todos sofrem, desde quem trata, até o doente que é tratado”, relata.


"É preciso acabar com o estigma que hoje existe em torno da psiquiatria", diz Antônio Geraldo da Silva
Com o depoimento que levantou discussão de propostas em torno da saúde mental na infância e na adolescência, espera-se que o governo, as escolas e a sociedade caminhem juntos para que crianças e jovens não sofram diante de um transtorno mental. Afinal, quando diagnosticado precocemente e tratado corretamente, qualquer problema desse tipo pode ser controlado. E essa monitoração é capaz de melhorar a qualidade de vida dos portadores e de suas famílias.

TRANSTORNOS - Segundo a pesquisa da ABP, encomendada ao Ibope, a maior parte das crianças e adolescentes apresenta sintomas que se enquadram em mais de um transtorno mental. Mais de 3 milhões (8,7%) têm sinais de hiperatividade ou desatenção, enquanto que 7,8% possuem dificuldades com leitura, escrita e contas – sintomas que correspondem ao transtorno de aprendizagem.

Já 6,7% têm sintomas de irritabilidade e comportamentos desafiadores e outros 6,4% apresentam dificuldade de compreensão e atraso em relação a outras crianças da mesma idade. Sinais importantes de depressão também aparecem em aproximadamente 4,2% das crianças e adolescentes.

O levantamento também mostrou que mais de 1 milhão das crianças e adolescentes (2,8%) apresenta problemas significativos com álcool e outras drogas. E na área de problemas de conduta, 3,4% das crianças possuem comportamentos como mentir, brigar, furtar e desrespeitar.
FONTE: http://casasaudavel.com.br/2011/04/25/professores-devem-estar-preparados-para-identificar-alunos-com-transtornos-mentais/

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Bullying X Senado


Agência Senado
Brasília
Combate ao 'bullying' pode desestimular violência nas escolas
http://www.senado.gov.br/noticias/combate-ao-bullying-pode-desestimular-violencia-nas-escolas.aspx

Vermelho
Brasília
Senado: Comissão de Direitos Humanos debate violência nas escolas
Tratamento para jovens com transtornos de comportamento, medidas contra o bullying e mais recursos para a educação foram algumas das sugestões para o combate à violência nas escolas. O debate aconteceu, nesta segunda-feira (18/04), na Comissão de Direitos humanos (CDH) do Senado em audiência pública da qual participaram educadores, estudantes e profissionais da saúde.
http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=1&id_noticia=152245

Jornal do Brasil
Brasília
Comissão do Senado debate violência nas escolas
http://www.jb.com.br/pais/noticias/2011/04/18/comissao-do-senado-debate-violencia-nas-escolas/

O Globo
Brasília
Combate ao 'bullying' pode desestimular violência nas escolas
http://oglobo.globo.com/rio/mat/2011/04/18/combate-ao-bullying-pode-desestimular-violencia-nas-escolas-924268953.asp

Portal Exame
Brasília
Especialistas defendem intergração da escola com a comunidade
"Não consigo enxergar que se combata a violência trancando mais ainda as escolas" explicou o representante dos trabalhadores em educação durante audiência no Senado
http://exame.abril.com.br/economia/brasil/noticias/especialistas-defendem-intergracao-da-escola-com-a-comunidade

Globo News
Brasília
Autoridades discutem a violência nas escolas em audiência no Senado
Educadores, psicólogos, psiquiatras e alunos participaram do debate. A discussão foi sobre como diminuir a violência nas escolas. O consenso é que a escola é um lugar de convívio social e por isso ocorrem problemas da sociedade, como a violência.
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1487639-7823-AUTORIDADES+DISCUTEM+A+VIOLENCIA+NAS+ESCOLAS+EM+AUDIENCIA+NO+SENADO,00.html

Assessoria de Imprensa ABP
Brasília
Propostas da ABP são apresentadas em audiência pública no Senado
http://abp.org.br/2011/medicos/propostas-apresentadas-senado/

terça-feira, 19 de abril de 2011

Combate ao 'bullying' pode desestimular violência nas escolas

Combate ao 'bullying' pode desestimular violência nas escolas

"Louco é quem me diz..."

Veja a matéria da Revista Plano Brasília sobre saúde mental:
http://www.planobrasilia.com.br/php/ed_pb92.php

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Começa debate sobre violência nas escolas

Começa debate sobre violência nas escolas

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